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13/05/2012

13 MAI 2012 , NOTRE-DAME DE FATIMA

Mais brilhante do que o sol


FATIMA , UN 13 MAI ?

Fátima tem uma força imensa. É lá também que a Igreja, isto é, todos nós, crentes, vamos buscar energia para fazer o bem, para vivermos o mais possível de acordo com os ensinamentos de Cristo.

Considero as manifestações que ocorreram na Cova da Iria, a partir de maio de 1917, o maior acontecimento do séc. XX, o século mais cruel e devastador de toda a História da Humanidade. Ali foi anunciado o que os homens podiam esperar se não mudassem de vida. E o que os esperava era de tal modo assustador, diria até, apocalíptico, que a Senhora mais brilhante do que o sol como que se sentiu na obrigação maternal de nos avisar. E não falo apenas dos milhões e milhões de mortos, da destruição nunca vista de bens materiais. Falo na tentativa metódica de erradicar das mentes e da cultura a ideia de Deus. Nunca o ateísmo se mostrou tão virulento, apoiado por sistemas políticos de muitas nações e por exércitos de milhões de homens.

Dessa devastação moral e cultural ainda hoje nos ressentimos e continuaremos a ressentir durante muito tempo.

Todas as tentativas de explicar Fátima de modo a retirar-lhe o seu caráter sobrenatural revelaram-se inúteis. Algumas, até ridículas.

A última explicação foi a de que se tratou de um OVNI, um OVNI, aliás, muito piedoso já que veio pedir que se rezasse o terço todos os dias e se fizessem sacrifícios pela conversão dos pecadores.

Quanto ao milagre do sol, tentou atribuir-se a uma alucinação coletiva, mas é sabido que as alucinações coletivas se dão sempre num grupo muito restrito de pessoas e não com dezenas de milhares, como as que estavam na Cova da Iria.

Fátima tem uma força imensa. É lá também que a Igreja, isto é, todos nós, crentes, vamos buscar energia para fazer o bem, para vivermos o mais possível de acordo com os ensinamentos de Cristo.

Sem essa ajuda, sem essa energia que nos vem do alto e nos enche o coração, muito mais gente se encontraria, hoje, em estado de extrema penúria.

Só as 400 Misericórdias, que dependem diretamente da Igreja e empregam 75 mil pessoas, apoiam socialmente 500.000 utentes.

E todo o outro bem que se pratica, silenciosamente, é imenso.

Não vem nos jornais, nem é para que lá venha que ele se faz.

Mas sem essa imensa generosidade o mundo já teria desabado com um estrondo aterrador.

Não me aflige muito que o número de pessoas que vai à missa tenha diminuído. Em última análise, prefiro um crente que falta, às vezes, à missa, mas pratica o bem que pode, a outro que vá todos os domingos, mas não mexe uma palha para ajudar quem precisa. Aos pés da maior de todos os leigos, da Senhora que, para nossa maravilha, brinca com o sol como as crianças com bolas de sabão, encontramos paz interior, energia para sermos verdadeiramente homens, bons e solidários.

A Igreja, isto é, todos nós, crentes, está mais viva do que nunca, em minha opinião. Menos ritualista, mas muito mais viva.

LUIS DA SILVA PEREIRA (« Diario do Minho »)

 

ssssssssssss

História das Aparições


Ce 13 mai 2012(capture d'écran, en direct de la Capelinha de Fatima)

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco.

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões.

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09/03/2012

9 MARS 2012 : NOUVELLES DE FATIMA

FATIMA depuis les Valinhos.png
FATIMA, au-delà des oliviers, vue depuis les "VALINHOS"

 

Résumé en français : L'article reproduit ci-dessous provient du Bulletin "Voz da Fatima", le "Journal Officiel" du Sanctuaire. Il y est question des "VALINHOS" : Les personnes qui connaissent Fatima savent ce que désigne ce nom : il s'agit du vaste espace boisé qui sépare le hameau d'Aljustrel - où vivaient les jeunes voyants - de la Cova da Iria (lieu des Apparitions). Ce lieu est essentiellement planté d'oliviers, et il est propriété du Sanctuaire. Or, ces oliviers produisent une notable quantité d'huile, qui jusqu'à présent, était versée à la Coopérative locale. D'où le projet de commercialiser cette huile, sous une étiquette propre au Sanctuaire : ce n'est pas le profit qui est visé (le Sanctuaire n'en a pas besoin!), mais le désir de faire plaisir aux nombreux pèlerins qui seront heureux de se procurer une huile venant de ce lieu qui vit passer tant de fois les jeunes bergers , lorsqu'ils conduisaient leurs brebis à travers bois (par le sentier que suit - approximativement - le Chemin de Croix qui égrène ses Stations entre le Sanctuaire et Aljustrel)

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Santuário continua aposta na preservação do Pulmão de Fátima

Mons. Luciano Guerra, antigo reitor do Santuário de Fátima, foi o primeiro a intitular a zona do Monte dos Valinhos e de Aljustrel como o “Pulmão do Santuário de Fátima”. O sentido da designação não era puramente ecológico, não pretendia apenas afirmar a redução dos impactos negativos no ambiente. Vincava também a força espiritual deste lugar que acolheu as três aparições do Anjo (duas na Loca e uma no quintal da Casa de Lúcia), a passagem dos Pastorinhos de Fátima a caminho da Cova da Iria, e que agora acolhe peregrinos e visitantes ao longo de todo o ano.

Em meditação e oração ou em passeio, de forma individual ou em grupo, a passagem por aquele lugar integra muitos programas de visitas e peregrinações.

A aposta na preservação do Monte dos Valinhos mantém-se atual e com vista aos mesmos propósitos. Nas palavras do administrador do Santuário, Padre Cristiano Saraiva, os Valinhos “são um pulmão em termos am¬bientais e em termos espirituais, um pulmão de silêncio, de reflexão, de oração”. Os Valinhos são, refere, “um lugar de muita paz e tranquilidade”.

Conseguir este propósito implica, em termos práticos, uma atenção e um cuidado constantes. Desde há anos, o Santuário tem destacado para tratar daquele espaço e também do es¬paço envolvente do Santuário propriamente dito, na Cova da Iria, um grupo de sete funcionários, liderados por um engenheiro agrónomo. Integra ainda a equipa, como consultor, um ar¬quiteto paisagístico.

“Não queremos descaracterizar a paisagem da serra”, sublinha o Padre Cristiano Saraiva, referindo que dos cerca de 60 hectares de terra que o Santuário possui no momento atual a grande maioria é ocupada com olival.

“Tudo o que descaracterize o monte é eliminado, queremos a vegetação autóctone: as oliveiras, os carrascos, os pequenos arbustos”, explica o sacerdote.

Numa aquisição recente, o Santuário tem agora em sua posse as ruínas de um pequeno moinho de vento, nas proximidades do Calvário Húngaro. “Se for possível em termos de licenciamento, gostaríamos de reconstruir o moinho. Deste modo, manteríamos aquele ícone desta zona”, afirmou o administrador.

Uma marca de azeite para breve

Com a oliveira como uma das árvores caraterísticas da região, o Santuário de Fátima, ao cuidar do olival, produz azeite, sendo inclusive associado da Cooperativa de Olivicultores de Fátima.

 

O azeite é consumido nas casas de retiro do Santuário e os excedentes são vendidos à Cooperativa.

 

No entanto, o azeite poderá vir a ser comercializado em marca própria pela instituição, anuncia o Administrador do Santuário.

 

“O nosso objetivo primeiro é sempre a preservação do olival, do monte, mas, visto termos uma grande produção de azeite, estamos a tentar que, no futuro, a médio prazo, o possamos comercializar com marca e embalagens próprias”, afirma.

 

Na campanha de 2011, as mais de 4.700 oliveiras proprie¬dade do Santuário de Fátima produziram 19.547 quilos de azeitona, 2.455 litros de azeite.

 

A campanha decorreu entre 24 de outubro e 5 de dezembro e foi levada a cabo pelos funcioná¬rios encarregados das áreas ver¬des, aos quais se juntaram ou¬tros ligados à secção de manu¬tenção, numa média de 14 traba-lhadores por dia durante o tempo da campanha.

 

A par destas atividades e sempre para zelar pelo lugar, o Santuário terminou há pouco a limpeza e reabilitação da cal¬çada e dos muros de proteção dos seus terrenos em todo o per¬curso da Via-Sacra. Em maio de 2011 colocou ao serviço dos visi¬tantes dois blocos de sanitários.

 

LeopolDina Simões

 

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10:29 Publié dans FATIMA | Commentaires (0)

10/02/2012

FATIMA : 13 JANVIER 2013

 

 

 

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FATIMA, 13 Janvier 2012

CONFIAMOS A MARIA

 

ESPERANÇAS E ANSEIOS

 

Um novo ano é sempre um novo horizonte de esperança. A passagem de um para outro ano alimenta sempre em nós a expectativa renovada de que este seja melhor que o ano que terminou, mesmo quando nos anunciam tempos difíceis.

Começando cada novo ano com a celebração de Santa Maria, Mãe de Deus, os cristãos são convidados a olhar para Maria e a confiar-lhe essas esperanças e anseios. O ano de 2012 começou sob a proteção de Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe. Este facto justifica que reflitamos sobre o significado desta afirmação de fé e a importância de iniciarmos também este ano invocando Nossa Senhora.

Afirmar que Maria é Mãe de Deus é suficiente para fundamentar a grandeza de Maria e justificar a honra que lhe é prestada, pois Deus honrou-a tanto que ninguém pode honrá-la mais. “A maternidade divina é o fundamento da especial relação de Maria com Cristo e da sua presença na economia da salvação operada por Jesus Cristo”, afirmou o Papa Paulo VI no Discurso de clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II.

Junto à Cruz, Maria recebe a missão de Mãe de todo o discípulo: a Mãe de Deus torna-se também nossa Mãe. A sua maternidade continua na sua intercessão por nós. Isso mesmo afirma João Paulo II: “A mediação de Maria está intimamente ligada à sua maternidade e possui caráter especificamente maternal, que a distingue das outras criaturas que, de diferentes modos e sempre subordinados, participam na única mediação de Cristo” (Encíclica Redemptoris Mater, n.º 38). Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens. Contudo, “a função maternal de Maria para com os homens de modo nenhum obscurece ou diminui esta única mediação de Cristo; manifesta antes a sua eficácia. Todo o influxo salutar da Santíssima Virgem em favor dos homens se deve ao beneplácito divino e dimana da superabundância dos mistérios de Cristo, funda-se na sua mediação, dela depende inteiramente, haurindo aí toda a sua eficácia” (Lumen Gentium, nº. 60).

O facto de termos iniciado o ano de 2012 sob a proteção da Mãe de Deus e nossa Mãe desafia-nos à confiança filial e à súplica da sua intercessão materna. Mas desafia-nos igualmente a tomá-la como exemplo, como caminho seguro para Jesus Cristo, seu Filho.

Ambos os aspetos da piedade mariana, a imitação e a intercessão, estão profundamente presentes na mensagem de Fátima. A Fátima recorrem os peregrinos para apresentar a Deus, por meio de Maria, a suas súplicas e pedidos.

Mas também em Fátima sentem os peregrinos o desafio a imitar Maria nas suas atitudes. Como sintetizava o Papa Bento XVI aos Bispos portugueses, em10 de novembro de 2007: “Apraz-me pensar em Fátima como escola de fé com a Virgem Maria por Mestra; lá ergueu Ela a sua cátedra para ensinar aos pequenos videntes e depois às multidões as verdades eternas e a arte de orar, crer e amar”. Começar o novo ano celebrando Santa Maria, Mãe de Deus, é entrar nesta “escola de Maria” e, à imagem dos Pastorinhos, aprender com ela a oferecermo-nos a Deus.

É esse o grande desafio deste ano, no Santuário. Guiados pelo exemplo de Maria e sustentados pela sua intercessão, saberemos encarar as dificuldades do novo ano com renovada confiança e encarar o ano de 2012 como uma nova oportunidade que Deus nos oferece para construirmos a nossa vida de acordo com a Sua vontade.

Votos de um ano de 2012 repleto das bênçãos de Deus.

P. Carlos Cabecinhas

(« Voz da Fatima », Janeiro de 2012)

 

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16/11/2011

EN DIRECT DE FATIMA

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FATIMA, 13 Novembre 2011

 

 

“Quereis oferecer-vos a Deus?”

 

 

 

O Santuário de Fátima iniciou, há cerca de um ano, a caminhada de sete anos de celebração do centenário das aparições, que não pretende ser apenas evocação do passado, mas sobretudo ocasião para divulgar e reavivar a consciência da riqueza e actualidade da mensagem de Fátima.

Neste primeiro ano do septenário, o acontecimento que inspirou o tema que guiou a actividade pastoral do Santuário foram as aparições do Anjo aos três Pastorinhos, em 1916. Com o tema “Santíssima Trindade, adoro-Vos profundamente”, pretendeu-se destacar a dimensão trinitária da mensagem de Fátima e motivar para a atitude de adoração por parte dos peregrinos e devotos de Nossa Senhora de Fátima. Embora seja ainda cedo para fazer um balanço ou avaliação, podemos recordar o itinerário percorrido para projectar o novo ano pastoral que se aproxima.

 

O tema do ano guiou as actividades e as grandes celebrações do Santuário de Fátima, de modo especial as grandes peregrinações dos dias 12 e 13 de Maio a Outubro. Foram tambem muitas as iniciativas que se realizaram com o intuito de difundir, viver e aprofundar a atitude de adoraçao à Santíssima Trindade. Dessas iniciativas, destaco: a composição de um hino para o Centenário das aparições, que temos cantado já nos dias mais significativos; a exposição sobre as aparições do Anjo, com o título “Orai comigo”; o “Itinerário do Peregrino”, uma caminhada evocativa das aparições angélicas que leva a visitar os lugares dessas aparições e a descobrir a adoração como atitude fundamental do cristão e, mais ainda, do peregrino de Fátima; a celebração, pela primeira vez, das três aparicoes do Anjo, nos dias 31 de Marco, 30 de Junho e 29 de Setembro; um ciclo de conferencias mensais, entre Dezembro e Abril, sobre o tema do ano; o Simposio teologico-pastoral com o tema “Adorar Deus em espirito e verdade. Adoracao como acolhimento e compromisso”.

Conscientes, porem, que estas iniciativas atingem quase so aqueles que visitam o Santuario, disponibilizamos no sitio da internet um conjunto de contributos para a reflexao, oracao e animacao de peregrinacoes sobre o tema deste primeiro ano da celebracao do centenario das aparicoes. Ai se podem encontrar, em varias linguas, textos de reflexao teologica, subsidios catequeticos, esquemas de oracao e de celebracoes, que desejamos tenham sido um valido contributo para a vivencia do tema deste ano por parte de todos os devotos de Nossa Senhora de Fatima espalhados pelo mundo.

As varias iniciativas recordadas pretenderam ajudar a conhecer melhor as aparicoes angelicas, que nos centram em Deus, Santissima Trindade, e nos convidam à adoracao; pretenderam ajudar a conhecer melhor e a aprofundar o sentido das oracoes que o Anjo da Paz ensinou aos Pastorinhos e que tantas vezes repetimos; tiveram como objectivo levar-nos a uma atitude adorante mais intensa e consciente, a imagem dos pastorinhos. Elas so tem sentido na medida em que fazem de nos melhores adoradores de Deus, Uno e Trino, “em espirito e verdade” (Jo 4, 23).

No proximo dia 27 de Novembro, primeiro Domingo do Advento e inicio do ano liturgico, comecaremos, no Santuario, um novo ano pastoral, com um conjunto de novas propostas. Porem, tambem essas so terao razao de ser se nos levarem a fazer das nossas vidas uma resposta afirmativa a pergunta que Nossa Senhora dirigiu aos Pastorinhos, na primeira aparicao: “Quereis oferecer-vos a Deus?”.

P. Carlos Cabecinhas

 

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14/10/2011

FATIMA : 13 OCTOBRE 1917 = DERNIÈRE APPARITION DE LA VIERGE

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L'Archevêque de Moscou a présidé les cérémonies du 13 Octobre à FATIMA

 

Le pape confie les jeunes à la Vierge de Fatima

Le 13, souvenir de la dernière apparition de 1917

ROME, (ZENIT.org) – Le pape Benoît XVI a confié les jeunes à la Vierge de Fatima en les exhortant: « Répondez généreusement à l’appel du Seigneur ! » Le 13 Octobre est l’anniversaire de la 6e et dernière apparition de 1917.

Au terme de l’audience de mercredi, place Saint-Pierre, Benoît XVI a en effet salué, comme à l’accoutumée, les jeunes, les malades et les nouveaux mariés.

« Ma pensée se tourne vers la Vierge de Fatima, dont on rappellera demain la dernière apparition. Je vous confie, chers jeunes à la céleste Mère de Dieu, afin que vous puissiez répondre généreusement à l’appel du Seigneur », a exhorté le pape.

A l’adresse des malades et des nouveaux mariés, Benoît XVI a dit : « Que Marie soit pour vous, chers malades, un réconfort dans la souffrance, et qu’elle vous accompagne, chers nouveaux mariés, dans votre chemin familial qui commence ».

Parmi les pèlerins francophones, le pape a particulièrement salué les Petites Sœurs de Jésus réunies en Chapitre général, les Servants de Messes de Monthey, et les groupes venus de France, spécialement de la Guadeloupe et de Guyane.

« Chers amis, notre existence, souvent marquée par des incertitudes, est une histoire de salut et de libération, a déclaré le pape. Puissions-nous marcher avec Jésus vers la maison du Père, notre vraie patrie et chanter avec la Vierge Marie les merveilles de Dieu dans notre vie ! »

Récit de la dernière apparition

La dernière apparition de la Vierge Marie à Fatima, le 13 octobre 1917, aux trois pastoureaux, Jacinthe, François et Lucie, devant quelque 100.000 personnes, a été marquée par le « miracle du soleil », expliquait, en 2008, Mgr Jacques Masson qui racontait les événements avec fougue et selon le récit même de sr Lucie.

« Le 13 octobre 1917 devait être pour Fatima la journée décisive, a écrit Mgr Masson. C’est pour ce jour, en effet, que Lucie, Jacinthe et François, avaient annoncé que la Dame qu’ils étaient les seuls à voir, allaient : 1°) dire qui elle était et ce qu’elle voulait ; 2°) faire un miracle pour que tout le monde croie à ses apparitions ».

« La journée du samedi 13 octobre commença par une déception, rapporte la même source : dès le matin et contre toute attente, le temps était pluvieux, triste et froid (…). La pluie persistante avait transformé le lieu des apparitions, qui est un bas-fond (une sorte de vaste cuvette entourée de collines, formant un magnifique amphithéâtre naturel), en un vaste bourbier ; et les assistants, pèlerins ou curieux, étaient trempés jusqu’aux os et transis de froid. Un peu avant midi, certains observateurs ont pu estimer la foule à environ 70 000 personnes. Le Docteur J.-M. d’Ameida Garett, professeur à l’Université de Coimbra estima la foule à plus de cent mille personnes. »

La pluie et le soleil

« Enfin, Lucie crie au peuple : « Il faut fermer les parapluies ». Le peuple obéit, et sous une pluie battante, on récite le chapelet. Tout à coup, Lucie à un léger sursaut et s’écrie : « Voilà l’éclair ! ». Puis, levant la main, elle ajoute : « La voilà qui vient ! La voyez-vous ?... ». « Regarde bien, ma fille ! Fais bien attention à ne pas te tromper », lui recommande sa mère, qui, agenouillée à côté d’elle, se montre visiblement anxieuse sur l’issue de ce drame poignant ! Mais déjà Lucie ne l’entend plus, elle est saisie par l’extase !

« A la fin de l’apparition sur le chêne-vert, la Sainte-Vierge ouvrit les mains, dont l’éclat se projeta vers le soleil. Instinctivement, Lucie s’écria : « Oh ! Regardez le soleil ! » Personne ne pensait au soleil, qui ne s’était pas montré de toute la matinée. Mais à l’exclamation de l’enfant, tout le monde leva la tête pour voir ce qui se passait. C’est alors qu’une foule innombrable pu contempler à loisir, pendant une douzaine de minutes, un spectacle grandiose, stupéfiant et vraiment unique au monde !

« Tout à coup, les nuages se déchirent largement, laissant voir une grande surface du ciel bleu. Et dans ce vaste espace sans nuage, le soleil apparaît au zénith, mais avec un aspect étrange ! Aucun nuage ne le voile, et cependant, tout en étant brillant, il n’éblouit pas et on peut le fixer à volonté ! Tout le monde contemple avec stupeur cette sorte d’éclipse d’un nouveau genre.

Les mouvements du soleil

« Soudain le soleil tremble, s’agite, fait des mouvements brusques et finalement se met à tourner vertigineusement sur lui-même comme une roue de feu, lançant dans toutes les directions, comme un projecteur gigantesque, d’énormes faisceaux de lumière, tout à tour verts, rouges, bleus, violets, etc. ; et colorant de la façon la plus fantastique les nuages, les arbres, les rochers, le sol, les habits et les visages de cette foule immense qui s’étend à perte de vue ! Et pendant que la foule haletante contemple ce spectacle saisissant, les trois enfants voient apparaître à côté du soleil la Sainte Famille.

« Au bout de quatre minutes environ, le soleil s’arrête. Un moment après, il reprend une deuxième fois son mouvement fantastique et sa danse féerique de lumière et de couleurs, tel le plus grandiose feu d’artifice qui se puisse rêver. De nouveau, au bout de quelques minutes, le soleil arrête sa danse prodigieuse comme pour laisser reposer les spectateurs.

« Après une courte halte et pour la troisième fois, comme pour donner aux assistants le loisir de bien contrôler les faits, le soleil reprend, plus varié et plus coloré que jamais, son fantastique feu d’artifice, sans doute le plus grandiose et le plus pathétique que les hommes aient jamais pu contempler sur la terre.

« Et pendant l’inoubliable douzaine de minutes que dure ce spectacle unique et saisissant, cette foule innombrable est là en suspens, immobile, extatique, presque sans respirer, contemplant ce drame poignant, qui fut aperçu distinctement à plus de 40 kilomètres à la ronde : L’illustre poète portugais, Dr Alfonso Lopes Vieira, témoigna l’avoir vu à 10 lieues de Fatima, alors qu’il ne s’y attendait nullement.

Une crainte apocalyptique

« C’était le « grand miracle » promis qui se réalisait exactement au jour, à l’heure et à l’endroit désignés d’avance, et qui devait « obliger » les hommes à croire à la réalité des apparitions et à obéir au message que Notre-Dame du Rosaire leur apportait du ciel !

« (…) C’est la chute vertigineuse du soleil qui fut le point culminant du grand prodige, le moment le plus pathétique et le plus divinement poignant (…). En effet, au milieu de sa danse « effarante » de feu et de couleurs, telle une roue gigantesque qui à force de tourner se serait dévissée, voici que le soleil se détache du firmament et, tombant de côté et d’autre, se précipite en zigzag sur la foule atterrée, irradiant une chaleur de plus en plus intense (témoignage du Dr Domingos Pinto Coelho : non seulement on voyait le soleil tomber du ciel, mais on sentait l’augmentation progressive de la chaleur avec l’approche du soleil, ce qui sécha vite les habits trempés des spectateurs), et donnant à tous les assistants l’impression nette de la fin du monde prédite dans l’Evangile, où le soleil et les astres se précipiteront en désordre sur la terre !

« Alors, de cette foule épouvantée, s’échappe soudain un cri formidable, une clameur intense, traduisant la terreur religieuse des âmes qui se préparent sérieusement à la mort, en confessant leur foi et en demandant à Dieu pardon pour leurs péchés. « Je crois en Dieu le Père Tout-Puissant » s’écrient les uns. « Je vous salue Marie ! », s’exclament les autres. « Mon Dieu, miséricorde ! », implore le grand nombre. Et d’un seul mouvement, tombant à genoux sur ce sol transformé en un bourbier de terre glaise, les spectateurs récitent, d’une voix entrecoupée de sanglots, le plus sincère acte de contrition qui soit jamais sorti de leur cœur !

« Enfin, s’arrêtant tout à coup dans sa chute vertigineuse, le soleil remonte à sa place en zigzaguant comme il en était descendu. Les gens se relèvent visiblement soulagés et chantent ensemble le Credo !

Don de la foi

« (…) Un vieillard, jusque là incroyant, agite les bras en criant : « Vierge Sainte ! Vierge Bénie !... » Et tout en larmes, les bras tendus vers le ciel comme un prophète, le ravissement visible dans tout son être, il crie de toutes ses forces : « Vierge du Rosaire, sauvez le Portugal !... » Et de tous côtés se déroulent des scènes analogues.

« (…) Alors que tout le monde était trempé jusqu’aux os, chacun à la douce surprise à ce moment de se sentir à l’aise et de trouver ses habits absolument secs (ce fait merveilleux, déjà authentique dans le procès canonique officiel, est aussi confirmé par l’académicien Marques da Cruz, qui fit une enquête personnelle à ce sujet. Par ailleurs, personne ne se sentait mal à l’aise, ni de l’émotion, ni d’être resté si longtemps mouillé. Il y eut même une guérison d’une femme tuberculeuse, qui était restée de longues heures toute trempée.

Le message du 13 octobre

En 2009, Mgr Masson a insité sur le message de la Vierge Marie lors de cette dernière apparition : « A la demande traditionnelle de Lucie, "Que voulez vous de moi ?", la Vierge Marie répondit:

- Je veux te dire que l'on fasse ici une chapelle en mon honneur. Je suis Notre-Dame du Rosaire. Que l'on continue toujours à réciter le chapelet tous les jours. La guerre va finir et les militaires rentreront bientôt chez eux.

Lucie sollicite à nouveau la guérison de malades.

- Les uns, oui, les autres, non. Il faut qu'ils se corrigent, qu'ils demandent pardon de leurs péchés.

D'un air grave, Notre Dame ajoute:

- Que l'on n'offense pas davantage Dieu, Notre-Seigneur, car il est déjà trop offensé!

- Vous ne voulez plus rien de moi, questionne enfin Lucie ?

- Non, je ne demande plus rien.

- Alors, je ne demande plus rien non plus. »

« Après que la Vierge Marie eut disparu, raconte encore Mgr Masson, et alors que les enfants ont la vision de la Sainte Famille, puis de la Vierge, sous les traits de Notre Dame des Douleurs et de Notre Dame du Mont-Carmel, le miracle annoncé se produisit, le soleil se met à tourner vertigineusement.

« Sœur Lucie apporte les précisions suivantes :

Ouvrant les mains, Elle (la Sainte Vierge) les fit réfléchir alors sur le soleil. Et tandis qu'elle s'élevait, le reflet de sa propre lumière continuait à se projeter sur le soleil. Voici le motif pour lequel j'ai crié qu'on regarde le soleil. Mon but n'était pas d'appeler l'attention de la foule de ce côté. Je ne me rendais même pas compte de sa présence. Je le fis seulement, entraînée par un mouvement intérieur qui m'y poussait.

« Notre-Dame, une fois disparue dans l'immensité du firmament, nous avons vu, auprès du soleil, saint Joseph avec l'Enfant Jésus, et Notre-Dame vêtue de blanc avec un manteau bleu. Saint Joseph et l'Enfant Jésus paraissaient bénir le monde, avec les gestes qu'ils faisaient de la main, en forme de croix. Peu après, cette apparition s'étant évanouie, j'ai vu Notre-Seigneur et Notre-Dame (sous une forme) qui donnait l'idée d'être Notre-Dame des Douleurs, Notre-Seigneur paraissait bénir le monde de la même manière que (l'avait fait) saint Joseph. Cette apparition disparut, et il me sembla voir encore ».

A. S. Bourdin,

avec le récit de Mgr Jacques Masson (1937-2010)

 

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