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03/09/2011

"Catholique Anonyme"


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11:24 Publié dans ACTUALITÉ | Commentaires (0)

08/08/2011

VERS LES JMJ...

Cerca de 700 jovens estiveram no último encontro preparatório

 

BRAGA.PREPARAÇAO DAS JMJ.png

Arcebispo de Braga espera

que JMJ

 

provoquem novo ciclo na

pastoral juvenil


 

O Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, gostava que as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), que vão ter lugar em Madrid, de 16 a 21 de Agosto, provocassem uma nova era ou um novo ciclo na pastoral juvenil na Diocese de Braga.

O desejo foi revelado, ontem, na abertura do 2.º Encontro de Preparação da Arquidiocese de Braga para as JMJ, no Auditório Vita, no qual estiveram cerca de 700 jovens, quase a totalidade dos que partem de Braga para estar com o Papa Bento XVI na capital espanhola.

D. Jorge Ortiga, que acompanhará os jovens da Arquidiocese em alguns momentos das Jornadas, aproveitou este último encontro preparatório para deixar algumas interpelações de maneira a que os 753 inscritos possam viver a JMJ «como deve ser vivida». «A ida a Madrid deverá significar um encontro com Cristo, que importa fazer para que depois sintais força e coragem para O anunciar neste tempo conturbado e complexo», indicou o prelado, reafirmando que quer ser um dos jovens nesta experiência em Madrid junto do Papa.

Acompanhado pelo coordenador e pelo assistente do Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens, respectivamente Alberto Gonçalves e o padre João Paulo Alves, o Arcebispo explicou que as JMJ têm um antes, um durante e um depois. O antes, disse D. Jorge Ortiga, deve ser uma oportunidade para cada um discernir as suas intenções, questionar o que vai fazer a Madrid para poder rectificar ou corrigir. «As Jornadas deviam de ser uma concretização do vosso ser Igreja em três atitudes

muitos concretas: na relação fraterna de uns com os outros ao jeito do amor de Cristo, na escuta da Palavra e participando nas celebrações com convicção», defendeu.

O prelado pediu que, no meio da multidão em Madrid, cada um dos jovens procure criar alguns momentos de silêncio para ouvir aquilo que Cristo tem para dizer. D. Jorge espera que os jovens escutem a Palavra de Jesus em todos os acontecimentos, particularmente nas catequeses. «As Jornadas são importantes não pelas multidões, mas pelas catequeses. Nas catequeses ireis ver que o fundamental

é escutar aquilo que Cristo terá para dizer a cada um de vós. Se ides cheios de outras expectativas e de outras coisa, não ireis escutar nada e vireis de lá vazios e sem trazer nada de novo», adiantou.

O Arcebispo de Braga pediu ainda aos jovens que, depois da JMJ, mostrem em cada uma das suas comunidades paroquiais «a alegria de ser cristão na Igreja hoje e na Diocese de Braga». «Deveis regressar não com a alegria superficial, mas a alegria interior e testemunhar verdadeiramente que sois cristãos e que não vos envergonhais de ser cristãos e simultaneamente não vos envergonhais de ser igreja», disse. D. Jorge espera ainda que, depois da maior peregrinação de jovens da Igreja Católica, os jovens da Arquidiocese de Braga expressem a «convicção profunda de um compromisso mais consciente e responsável». «A Igreja nas vossas paróquias poderá ter um outro rosto se cada um de vós se assumir como Igreja e se aceitar que o rosto da vossa paróquia depende muito de vós, das vossas ideias, do vosso trabalho, da vossa energia, da vossa vitalidade», disse o responsável pela Igreja bracarense, pedindo que em cada uma das paróquias da Diocese (são 551) haja um grupo de jovens. O Arcebispo gostava ainda que destas JMJ resultassem algumas vocações sacerdotais e religiosas na Arquidiocese. Depois da abertura, que foi antecedida de um momento musical, o presidente da Comissão Arquidiocesana para a Educação Cristã, o padre Luís Miguel Rodrigues, explicou o que são as JMJ, os seus fundamentos e objectivos. Este encontro com o Papa, que foi criado em 1985 pelo agora Beato João Paulo II, «não é um evento de massas», mas um «evento de fé, um encontro interpessoal com Jesus Cristo e através Dele com a Santíssima Trindade», referiu. O sacerdote indicou que as JMJ, além de serem um «excelente meio para evangelizar, anunciar Jesus Cristo», são uma «grande festa da juventude cristã, com uma grande dimensão ecuménica, onde a alegria provém do encontro pessoal com Cristo, da fé e da caridade cristã».

O padre Luís Miguel Rodrigues disse ainda que este encontro é uma oportunidade para a Europa «reencontrar as suas raízes cristãs», levando em conta o lema das JMJ “Enraizados e Edificados em Cristo, Firmes na Fé”.

«O Papa incita a intensificar o caminho da fé em Cristo. Não façamos do Cristianismo uma teoria», disse. O responsável pela Comissão Arquidiocesana para a Educação Cristã acredita que estas JMJ vão «avivar» a vida dos grupos e movimentos da Arquidiocese de Braga, que conseguiu mobilizar mais do que um jovem por paróquia para este mega-encontro na capital espanhola, onde são esperados mais de dois milhões de jovens de todo o mundo.

Fonte DM (07/08/11)

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Uma peregrinação de descoberta e teste aos limites pessoais

Pedro RODRIGUES.png



Jovem viaja


 

 

de bicicleta

 


sozinho

 

até Madrid


Da Arquidiocese de Braga vão sair 21 autocarros com jovens para as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ). Pedro Rodrigues, um jovem de Riba d’Ave, vai fazer a peregrinação a Madrid, mas em vez de seguir de autocarro, em grupo, prefere ir até à capital espanhola de bicicleta e vai sozinho.

O jovem, de 26 anos, diz que tentou arranjar companhia, mas não conseguiu. «Procurei companhia, mas também procurei isolar-me um pouco deste ruído de ir no autocarro com muita gente, um pouco mais nova do que eu, e procurei isolar-me para conhecer as minhas próprias motivações», disse, ontem, ao Diário do Minho, na véspera de partir.

A ideia de ir até Madrid de bicicleta surgiu-lhe quando ouviu num programa de rádio que dois amigos decidiram fazer uma viagem de bicicleta até à China, pelo prazer de

«conhecer as coisas que não estão ao alcance numa viagem por auto-estrada».

Pedro Rodrigues faz parte do grupo de jovens da Pastoral Arciprestal de Famalicão e já teve algumas experiências em Taizé como permanente.

Agora vai entrar numa nova aventura, talvez mais difícil, até porque admite que será

um peregrino solitário. «Quero descobrir o que existe desde a minha vila até Madrid,

contactar com pessoas, com as cidades, quero conhecer os meus limites, quero fazer a minha peregrinação», explica.

Depois de um período de preparação física, Pedro afirma que tem tudo programado

para fazer a viagem em seis dias, à média de 100 quilómetros por dia. «Espero fazer

duas horas de manhã e três de tarde, ou três horas de manhã e duas de tarde, depende da disposição e condição física», disse.

O Departamento Diocesano da Pastoral de Jovens vai apoiar este peregrino em termos de logística (alojamento), o primeiro a sair de Braga rumo a Madrid.

Os 66 jovens inscritos para as pré-jornadas em Segóvia, Espanha, partem na próxima quarta-feira à noite, depois da celebração do envio, na Sé Catedral.

No dia 14 à noite (domingo) parte o segundo e o mais numeroso grupo de jovens (496) depois, da celebração do envio no Sameiro.

Braga é a região que tem o segundo maior número de jovens a participar nas JMJ, ficando atrás de Lisboa.

Jorge OLIVEIRA (DM)

 

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05/08/2011

LE FUTUR/NOUVEL HÔPITAL DE LA SOURCE

Tous les Internautes du Loiret le savent : un immense chantier est en pleine activité sur le territoire de La Source : celui du futur hôpital, destiné à remplacer l'actuel, qui, pourtant récent (construit dans les années 70) a vieilli trop vite. Or, contrairement à ce que l'on aurait pu espérer, peu de jeunes de La Source ont été embauchés, alors que le taux de chômage frise les 40%... Une occasion perdue? Voici ce qu'en dit la "République du Centre" d'hier.

Chantier de l'hôpital :

 

L'insertion peine à s'intégrer au béton

 


UNE VUE DU CHANTIER

 

Publié le 05 août 2011 - 00:29

 

Pour la préfecture, l'insertion doit patienter jusqu'en septembre, période à laquelle "les compteurs du recrutement vont s'accélérer".

Sur le plus grand chantier hospitalier de France, à La Source, l'insertion est presque inexistante. La Source et l'Argonne n'ont pas été privilégiés dans le recrutement.

Un rendez-vous manqué. D’un côté, le centre hospitalier d’Orléans sur lequel 350 personnes travaillent actuellement. D’un autre, des quartiers aux taux de chômage insolents. Les deux étaient faits pour se rencontrer. Ils restent pourtant distants l’un de l’autre.

 

Depuis 2010, Michel Ricoud, conseiller général de La Source (PCF), demande aux autorités locales de profiter de l’aubaine pour proposer de l’insertion. « Le taux de chômage à La Source atteint les 30 à 40 %. Beaucoup de jeunes n’ont pas été mis au courant du recrutement lancé pour le CHRO. Ce chantier était pourtant une occasion de leur donner accès à l’emploi. »

 

Seulement, « le marché que nous avons passé ne prévoit pas le recours à cet outil, explique le secrétaire général adjoint de la préfecture, Victor Devouge. Il ne comprend pas de clause d’insertion, donc aucune obligation pour les entreprises. On ne peut pas revenir là-dessus. [...] Pour le moment, les entreprises n’ont pas besoin de main-d’œuvre supplémentaire. Le compteur va peu à peu s’accélérer. »

 

Très peu d’insertion. Le constat fait l’unanimité. Mais la préfecture préfère voir le verre à moitié plein. « Le chantier a un impact positif sur l’emploi local, c’est une première victoire. » Pour l’heure, plusieurs bâtiments sont en construction, dont la maternité et un parking souterrain.

 

En novembre, deux nouvelles grues arriveront sur le chantier, les besoins en main-d’œuvre passeront progressivement de 350 à 1.000 personnes. Une seconde chance, qui n’est pas toujours donnée à tout le monde.

 

Article complet paru dans La Rep' du 4 août

 

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04/08/2011

JMJ 2011 = "TOUTES LES ROUTES MÈNENT À MADRID"

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Toutes les routes mènent à Madrid

 

 

 

Les JMJ sont une course d’endurance. À Bordeaux, 40 jeunes de la paroisse du Sacré-Coeur s’y préparent depuis deux ans. Ils ont trouvé des fonds pour financer leur voyage à Madrid, ils ont tracé un parcours et se sont équipés. « Se préparer pendant deux ans, c’est long, reconnaissait le P. Patrice Gaudin avant le départ dimanche dernier. Mais c’est ce qui nous a permis de prendre le temps de prier ensemble, de nous connaître. » Préparer l’événement prend presque autant d’importance que de le vivre. Pendant trois mois, ces jeunes de 17 à 23 ans ont suivi un entraînement sportif afin de tenir la longue route : c’est à vélo qu’ils ont choisi de parcourir les 800 km qui séparent la Gironde de la capitale espagnole. Depuis dimanche, le petit peloton suit 13 étapes à coups de pédale. Agrippés à leur guidon tandis que d’autres hisseront leurs voiles samedi ou encore s’attacheront au siège de cuir de leur vieille voiture, les groupes de jeunes Français qui convergent vers Madrid ont chacun dessiné leur itinéraire. Pas de course à l’originalité pour autant, selon Marie Payen, responsable de l’organisation des JMJ du diocèse de Cambrai (Nord), qui a constitué six routes pour emmener 300 jeunes afin que chacun y trouve son compte. « Si on annonce : “Venez, on part prier pendant dix jours !”, on ne touchera qu’un certain type de jeunes, constate la responsable. Nous voulions trouver le moyen de nous ouvrir à d’autres personnes. » Celles moins insérées dans les réseaux catholiques établis.

Avant de se retrouver dans le diocèse de Salamanque, où ils doivent passer plusieurs jours avant Madrid, les Nordistes se séparent donc en divers groupes : l’un part en troupe de théâtre itinérante, un autre à la découverte des saints français et espagnols, d’autres en pèlerins de Saint-Jacques, ou encore en peloton de cyclistes. Un groupe de personnes handicapées fait le voyage aidé par des valides. Un autre groupe enfin, d’une vingtaine de jeunes de ce diocèse, embarquera demain à bord de deux voiliers, qui mouillent dans le port d’Hendaye. Pendant quatre jours, ces marins navigueront au large des côtes entre la frontière espagnole et Castro Urdiales (Cantabrie), à l’ouest de Bilbao. Là, ils rejoindront 53 autres Cambrésiens partis à pied, pour rallier à leur tour Salamanque. Autant de moyens de locomotion que de parcours spirituels. « Partir à vélo n’est pas un simple défi. Évidemment, il faut pouvoir aller jusqu’au bout », souriait le P. Gaudin avant le départ de Bordeaux. Pour

ce prêtre membre de la communauté de l’Emmanuel, l’effort spirituel prime : « Tous les jours, nous célébrerons la messe, tous les jours, nous observerons un temps d’adoration.»

Sport et spiritualité, c’est aussi l’option retenue par le groupe du diocèse aux armées. Les 150 participants – étudiants de l’École polytechnique et de l’école de santé, légionnaires, gendarmes et membres régiments des trois armes – traverseront les Pyrénées à pied, après une première journée passée à Lourdes. « Le programme spirituel est assez dense, confirme le P. Benoît Jullien de Pommerol, aumônier militaire et responsable des JMJ pour le diocèse. Laudes, petit déjeuner, enseignement de notre évêque, Mgr Luc Ravel, suivi d’une heure de marche silencieuse, puis l’heure sainte… » En fil conducteur, les militaires méditeront l’Évangile de Marc, accompagnés par dix aumôniers militaires, au rythme de

trois chapitres par jour. « Marcher doit nous aider à nous vider l’esprit et nous couper du monde », espère le P. de Pommerol. La nuit, bivouac à flanc de montagne, dans les bois ou dans les refuges. Pour le prêtre, avant d’arriver à Madrid, où la rencontre du pape demeure « l’aboutissement du voyage », il importe de se ménager « un sas» : « Parce que là-bas, ce sera la course. » À côté de l’aspect d’Église en fête, incarné par les JMJ, les participants expriment l’envie de passer du temps en petits groupes. À l’instar des organisateurs du rallye auto, qui démarre le 12 août depuis Versailles. « À l’origine, nous voulions partir à trois en 2 CV », relate Louis- Xavier de Laage, 21 ans, étudiant en école de commerce. Le road-trip pour trois amis passionnés de vieilles voitures s’est au final transformé en une caravane de 72 équipages et 275 participants. « Nous avons fait connaître le projet par le biais du réseau d’aumôneries de chrétiens en grandes écoles, qui nous a décerné un prix. Ce n’est pas un pèlerinage, ce sont cinq jours de vacances ! », précise Louis-Xavier

de Laage. L’idée a séduit d’autres étudiants. Soizic de Beaucorps, 19 ans, en école d’infirmières, a monté un équipage avec sa cousine et deux amis : « Ce qui me plaît, c’est l’esprit d’une aventure à partager entre amis. Pendant l’année, on ne prend jamais le temps de se poser. » Simplement équipés d’un guide de voyage, à bord de leur 306, ils traceront leur propre route, s’arrêtant au gré des découvertes. Seul impératif : retrouver les autres pilotes lors des étapes, dans des abbayes. Et être tous à l’heure, le 16 août à Madrid.

ADRIEN BAIL

 

LES INSCRIPTIONS aux JMJ restent encorepossibles, soit en rejoignant un groupe via la « bourse aux inscriptions » accessible sur www. jmj2011madrid.fr, soit en famille en écrivant à l’adresse électronique jmj2011@cef.fr

 

Infos : « La Croix »

 

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17:57 Publié dans ACTUALITÉ | Commentaires (0)

28/07/2011

PÈLERIN DE COMPOSTELLE... POUR UNE BONNE CAUSE!

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ANDRÉ RAYMON, LE QUÉBÉCOIS

Le Québécois André Raymond marche sur le chemin de Compostelle pour 22 personnes en soins palliatifs

 

 

 

Le marcheur André Raymond entreprend ses 30 jours de marche sur le chemin de Compostelle. Sa mission : marcher pour 22 personnes en soins palliatifs dans le cadre d’une collecte de fonds pour la mise en place de la Maison Marie-Pagé. Déjà, plus de 9 000 $ ont ainsi été recueillis. Source : Nouvelle Union.

 

André Raymond avait déjà fréquenté le chemin, il y a quelques années, mais pour lui seul afin de faire le point. Cette fois il y retourne, mais dans un tout autre état d’esprit. Il marchera pour des personnes qu’il a rencontrées spécialement et aura des missions à accomplir pour ces gens.

 

Dans son sac à dos, en plus de l’essentiel pour sa marche et son bourdon Sancho, il a mis dans des sacs de plastique, les lettres des gens, les petites roches et les objets qui lui ont été confiés pour apporter à Compostelle. «En fait, j’ai de l’humanité plein mon sac», note-t-il.

 

Et sur son iPod, il a des petits films de chacune des personnes pour lesquelles il marchera. Donc lorsqu’il se lèvera, il pourra voir et entendre lui souhaiter une bonne journée, celui ou celle qui sera dans ses pensées le temps d’une journée. Il portera aussi, sur lui, la photo de la personne en question, lui permettant ainsi d’apprécier le chemin en même temps que lui.

 

«J’ai tout de même gardé une journée pour la famille de Maryse, ma blonde, et une autre pour la mienne», insiste-t-il. D’ailleurs, lors de l’entrevue, c’est justement une photo le montrant avec sa conjointe et ses enfants qu’il arborait avec fierté. Et il y aura aussi une journée pour les médecins et les infirmières qui oeuvrent dans le département d’oncologie de l’Hôtel-Dieu d’Arthabaska dont il a la liste des noms.

 

Pour six ou sept personnes, il devra déposer des photos d’êtres chers sur le tombeau de saint Jacques. «J’aurai avec moi plein de symboles, des poèmes à lire, des chansons à interpréter, des sculptures de familles à faire», ajoute-t-il.

 

Certaines missions seront amusantes à réaliser alors que d’autres seront plus touchantes. Parmi celles-ci, il y a la lecture du Lac de Lamartine pour une personne qui est malheureusement décédée il y a trois semaines.

 

«Le plus drôle dans tout ça c’est que ceux qui vont partir demandent pour ceux qui vont rester», a-t-il remarqué.

 

Le marcheur a tellement apprécié sa rencontre avec les gens en soins palliatifs qu’à l’automne, il suivra sa formation Albatros afin de mieux accompagner les personnes en fin de vie. «Ils m’ont donné beaucoup. Cette mission était faite pour moi», ajoute-t-il.

 

André Raymond marchera 800 km en 30 jours avec son filleul Vincent, 14 ans, du 23 juin au 31 juillet. Et pour la fin de son périple, sa fille Adéliane se joindra à la marche.

 

Dès son retour, il aura à rendre compte de sa marche aux 22 personnes. Il a l’intention de réaliser un DVD qu’il leur remettra lors d’une soirée spéciale.

 

Et même si la plupart de ses jours sont déjà occupés pour la marche, André Raymond invite les gens qui souhaitent qu’il ait une pensée pour eux pendant son chemin, à passer le message à ses parents, Eddy et Céline, qui veillent sur lui d’en haut. «Le message va se rendre», affirme-t-il.

 

Pour ceux qui souhaitent contribuer à la collecte de fonds pour la mise en place de la Maison Marie-Pagé de Victoriaville peuvent communiquer par courriel à maisonmariepage-compostelle@hotmail.com, chez Ameublements Larochelle ou encore avec Nathalie Provencher au 819 357-3326.

 

Source : « De l’humanité plein son sac« , Manon Toupin, Nouvelle Union (21/06/11)

Avec « Pèlerin »

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