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15/04/2012

15 AVRIL 2012 : DIMANCHE DE LA DIVINE MISÉRICORDE

 

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Domingo da Divina Misericórdia

Maria Fernanda BARROCA (Voz de Tras-os-Montes, 3225)

 

Antigamente o domingo a seguir ao domingo de Páscoa era conhecido por «domingo da Pascoela» ou «domingo in albis».

Esta última designação referia-se ao costume dos batizados na Vigília Pascal, andarem, durante uma semana, vestidos com uma túnica branca, símbolo da graça santifi cante que receberam com o Batismo.

Agora, ainda perdura na cerimónia batismal o uso de uma toalha branca que se conserva com devoção em muitas famílias, para quem o Batismo não é um ato «social», mas sim um Sacramento.

Em maio de 2000, o Papa João Paulo II, instituiu a Festa da Divina Misericórdia para toda a Igreja, decretando que a partir de então o II domingo da Páscoa se passasse a chamar Domingo da Divina Misericórdia.

Qual é a proveniência desta devoção? É uma devoção religiosa católica de origem polaca e a sua divulgação deve-se a Santa Faustina Kowalska, considerada uma das grandes místicas da Igreja Católica.

Maria Faustina Kowalska nasceu em Lódz, a 25 de agosto de 1905 e morreu em Cracóvia a 5 de outubro de 1938. O seu nome de batismo era Elena; foi criada com muita austeridade, mas com boa formação religiosa e pouca frequência escolar.

A partir do momento que aos 9 anos recebeu a Primeira Comunhão, começou a sentir que Deus a chamava e entregou-se a uma grande e sincera devoção eucarística. Apesar disso aos 18 anos participou numa festa mundana em enquanto dançava teve uma visão de Jesus, coberto de feridas e com as vestes rasgadas, ao mesmo tempo que lhe dizia: «Há tanto tempo que te espero e tu sempre me pões de lado». Parou de dançar, simulou uma indisposição e saiu, para entrar na Igreja de São Stanislau Kostka.

Aí a rezar ouviu estas palavras: «Vai a Varsóvia e lá entrarás no convento». Assim aconteceu e foi bater à porta do Convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia; a Madre Geral depois de a interrogar, mandou-a ir à Capela perguntar ao Senhor se a aceitava. Assim fez e ouviu: «Eu aceito-te; tu estás no meu Coração».

Na sua biografia conta-se que o Senhor lhe lembrava com frequência o Seu desejo de que se estabelecesse a Festa da Divina Misericórdia. Ela fez uma novena e a 23 de março de 1937, terça-feira da Semana Santa e 7º dia da novena, Faustina teve uma visão: Viu-se no meio de uma cerimónia em Roma junto do Papa e com muito clero à volta. A seguir viu o altar do Convento e a imagem do Senhor da Divina Misericórdia com os braços abertos lançando raios por todo o mundo. Conta ela: “fiquei muito feliz e vi que Jesus se inclinava para mim e me perguntava: O que desejas minha filha? Eu respondi: «desejo que toda a adoração e glória sejam dadas à Tua Misericórdia». E Jesus respondeu-me: Eu já recebo adoração e glória pela Congregação e celebração da Festa”.

Durante algum tempo, quando estas visões e a figura da Irmã Faustina começaram a ser divulgadas, muitos católicos ficaram de pé atrás, com medo de qualquer fraude, mas quando em 1997 o Papa João Paulo II fez uma peregrinação ao túmulo da Irmã Faustina na Polónia e lhe chamou “Grande apóstola da Misericórdia nos nossos dias”, já não havia razão para duvidar e a devoção à Divina Misericórdia foi-se espalhando, bem como à sua mensageira. O Papa disse mais: “A mensagem da Divina Misericórdia sempre tem estado perto de mim como algo muito querido…, em certo sentido forma uma imagem do meu Pontificado”.

Em 18 de abril de 1993, foi beatificada e em 2000 foi canonizada por João Paulo II a 30 abril, sendo a primeira canonização do ano jubilar. Há quem lhe chame ‘coincidência’ (eu não), mas de facto o Papa João Paulo II, faleceu às 21 horas e 37 minutos (menos uma em Portugal) do dia 2 de abril de 2005 – véspera do domingo da Divina Misericórdia desse ano.

 

 

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Ignorant l’art de la peinture, sœur Faustine ne peut reproduire elle-même ce qu’elle a vu. Ce n’est qu’en 1934, à Wilno (aujourd’hui Vilnius en Lituanie), après avoir consulté son nouveau directeur spirituel, l’abbé Michel Sopocko, qu’elle confie au peintre Eugène Kazimirowski de réaliser selon ses indications, dans le secret, le premier tableau original de la Miséricorde divine. Peu après, Jésus lui ordonne que l’icône ainsi réalisée soit exposée à la vénération des fidèles le dimanche de Quasimodo, le premier dimanche après la fête de Pâques. Il demande également de célébrer ce jour-là la Fête de la Miséricorde divine. Très rapidement, sœur Faustine est atteinte de la tuberculose. Malade, affaiblie, elle demeure sereine, souriante et joyeuse. Unie à Jésus, elle fait offrande de sa vie, dans la souffrance, pour sauver les âmes du péché. Elle meurt à Cracovie le 5 octobre 1938, âgée à peine de trente-trois ans. Seuls ses supérieurs et ses confesseurs successifs sont alors au courant de sa mission. Son procès de béatification est ouvert à Cracovie, dans son diocèse, en 1965, puis à Rome en 1968 et clos en 1992. Le pape Jean-Paul II la proclame sainte le 30 avril 2000 à Rome. Ses reliques reposent au sanctuaire de la Miséricorde divine de Lagiewniki, dans la banlieue de Cracovie, dans la chapelle du couvent de la congrégation des sœurs de la Vierge de la Miséricorde, où se trouve le tableau de Jésus miséricordieux. Chaque année, particulièrement le dimanche de la Miséricorde, des millions de personnes viennent en pèlerinage à Lagiewniki, où s’élève maintenant une immense basilique consacrée en 2002 par Jean-Paul II. Le rayonnement de l’initiatrice du culte de la Miséricorde ne cesse désormais de croître. Le « Petit Journal » de sœur Faustine, recueilli par ses confesseurs, est publié et traduit dans de nombreuses langues. Cet ouvrage expose d’une manière extraordinaire le mystère de la Miséricorde divine. Sœur Faustine est à l’origine d’une école nouvelle de spiritualité, fondée sur l’expérience profonde du mystère de la miséricorde de Dieu dont découle une attitude de confiance en Dieu et de miséricorde envers les autres. Elle est ainsi à l’origine de nouvelles formes du culte de la Miséricorde divine : la dévotion au tableau du Christ avec l’inscription « Jésus, j’ai confiance en toi », l’institution de la Fête de la Miséricorde divine, le chapelet à la Miséricorde divine et la prière à l’heure de l’agonie du Christ sur laCroix.

 

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09:44 Publié dans RELIGION | Commentaires (0)

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