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08/08/2011

VERS LES JMJ...

Cerca de 700 jovens estiveram no último encontro preparatório

 

BRAGA.PREPARAÇAO DAS JMJ.png

Arcebispo de Braga espera

que JMJ

 

provoquem novo ciclo na

pastoral juvenil


 

O Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, gostava que as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), que vão ter lugar em Madrid, de 16 a 21 de Agosto, provocassem uma nova era ou um novo ciclo na pastoral juvenil na Diocese de Braga.

O desejo foi revelado, ontem, na abertura do 2.º Encontro de Preparação da Arquidiocese de Braga para as JMJ, no Auditório Vita, no qual estiveram cerca de 700 jovens, quase a totalidade dos que partem de Braga para estar com o Papa Bento XVI na capital espanhola.

D. Jorge Ortiga, que acompanhará os jovens da Arquidiocese em alguns momentos das Jornadas, aproveitou este último encontro preparatório para deixar algumas interpelações de maneira a que os 753 inscritos possam viver a JMJ «como deve ser vivida». «A ida a Madrid deverá significar um encontro com Cristo, que importa fazer para que depois sintais força e coragem para O anunciar neste tempo conturbado e complexo», indicou o prelado, reafirmando que quer ser um dos jovens nesta experiência em Madrid junto do Papa.

Acompanhado pelo coordenador e pelo assistente do Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens, respectivamente Alberto Gonçalves e o padre João Paulo Alves, o Arcebispo explicou que as JMJ têm um antes, um durante e um depois. O antes, disse D. Jorge Ortiga, deve ser uma oportunidade para cada um discernir as suas intenções, questionar o que vai fazer a Madrid para poder rectificar ou corrigir. «As Jornadas deviam de ser uma concretização do vosso ser Igreja em três atitudes

muitos concretas: na relação fraterna de uns com os outros ao jeito do amor de Cristo, na escuta da Palavra e participando nas celebrações com convicção», defendeu.

O prelado pediu que, no meio da multidão em Madrid, cada um dos jovens procure criar alguns momentos de silêncio para ouvir aquilo que Cristo tem para dizer. D. Jorge espera que os jovens escutem a Palavra de Jesus em todos os acontecimentos, particularmente nas catequeses. «As Jornadas são importantes não pelas multidões, mas pelas catequeses. Nas catequeses ireis ver que o fundamental

é escutar aquilo que Cristo terá para dizer a cada um de vós. Se ides cheios de outras expectativas e de outras coisa, não ireis escutar nada e vireis de lá vazios e sem trazer nada de novo», adiantou.

O Arcebispo de Braga pediu ainda aos jovens que, depois da JMJ, mostrem em cada uma das suas comunidades paroquiais «a alegria de ser cristão na Igreja hoje e na Diocese de Braga». «Deveis regressar não com a alegria superficial, mas a alegria interior e testemunhar verdadeiramente que sois cristãos e que não vos envergonhais de ser cristãos e simultaneamente não vos envergonhais de ser igreja», disse. D. Jorge espera ainda que, depois da maior peregrinação de jovens da Igreja Católica, os jovens da Arquidiocese de Braga expressem a «convicção profunda de um compromisso mais consciente e responsável». «A Igreja nas vossas paróquias poderá ter um outro rosto se cada um de vós se assumir como Igreja e se aceitar que o rosto da vossa paróquia depende muito de vós, das vossas ideias, do vosso trabalho, da vossa energia, da vossa vitalidade», disse o responsável pela Igreja bracarense, pedindo que em cada uma das paróquias da Diocese (são 551) haja um grupo de jovens. O Arcebispo gostava ainda que destas JMJ resultassem algumas vocações sacerdotais e religiosas na Arquidiocese. Depois da abertura, que foi antecedida de um momento musical, o presidente da Comissão Arquidiocesana para a Educação Cristã, o padre Luís Miguel Rodrigues, explicou o que são as JMJ, os seus fundamentos e objectivos. Este encontro com o Papa, que foi criado em 1985 pelo agora Beato João Paulo II, «não é um evento de massas», mas um «evento de fé, um encontro interpessoal com Jesus Cristo e através Dele com a Santíssima Trindade», referiu. O sacerdote indicou que as JMJ, além de serem um «excelente meio para evangelizar, anunciar Jesus Cristo», são uma «grande festa da juventude cristã, com uma grande dimensão ecuménica, onde a alegria provém do encontro pessoal com Cristo, da fé e da caridade cristã».

O padre Luís Miguel Rodrigues disse ainda que este encontro é uma oportunidade para a Europa «reencontrar as suas raízes cristãs», levando em conta o lema das JMJ “Enraizados e Edificados em Cristo, Firmes na Fé”.

«O Papa incita a intensificar o caminho da fé em Cristo. Não façamos do Cristianismo uma teoria», disse. O responsável pela Comissão Arquidiocesana para a Educação Cristã acredita que estas JMJ vão «avivar» a vida dos grupos e movimentos da Arquidiocese de Braga, que conseguiu mobilizar mais do que um jovem por paróquia para este mega-encontro na capital espanhola, onde são esperados mais de dois milhões de jovens de todo o mundo.

Fonte DM (07/08/11)

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Uma peregrinação de descoberta e teste aos limites pessoais

Pedro RODRIGUES.png



Jovem viaja


 

 

de bicicleta

 


sozinho

 

até Madrid


Da Arquidiocese de Braga vão sair 21 autocarros com jovens para as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ). Pedro Rodrigues, um jovem de Riba d’Ave, vai fazer a peregrinação a Madrid, mas em vez de seguir de autocarro, em grupo, prefere ir até à capital espanhola de bicicleta e vai sozinho.

O jovem, de 26 anos, diz que tentou arranjar companhia, mas não conseguiu. «Procurei companhia, mas também procurei isolar-me um pouco deste ruído de ir no autocarro com muita gente, um pouco mais nova do que eu, e procurei isolar-me para conhecer as minhas próprias motivações», disse, ontem, ao Diário do Minho, na véspera de partir.

A ideia de ir até Madrid de bicicleta surgiu-lhe quando ouviu num programa de rádio que dois amigos decidiram fazer uma viagem de bicicleta até à China, pelo prazer de

«conhecer as coisas que não estão ao alcance numa viagem por auto-estrada».

Pedro Rodrigues faz parte do grupo de jovens da Pastoral Arciprestal de Famalicão e já teve algumas experiências em Taizé como permanente.

Agora vai entrar numa nova aventura, talvez mais difícil, até porque admite que será

um peregrino solitário. «Quero descobrir o que existe desde a minha vila até Madrid,

contactar com pessoas, com as cidades, quero conhecer os meus limites, quero fazer a minha peregrinação», explica.

Depois de um período de preparação física, Pedro afirma que tem tudo programado

para fazer a viagem em seis dias, à média de 100 quilómetros por dia. «Espero fazer

duas horas de manhã e três de tarde, ou três horas de manhã e duas de tarde, depende da disposição e condição física», disse.

O Departamento Diocesano da Pastoral de Jovens vai apoiar este peregrino em termos de logística (alojamento), o primeiro a sair de Braga rumo a Madrid.

Os 66 jovens inscritos para as pré-jornadas em Segóvia, Espanha, partem na próxima quarta-feira à noite, depois da celebração do envio, na Sé Catedral.

No dia 14 à noite (domingo) parte o segundo e o mais numeroso grupo de jovens (496) depois, da celebração do envio no Sameiro.

Braga é a região que tem o segundo maior número de jovens a participar nas JMJ, ficando atrás de Lisboa.

Jorge OLIVEIRA (DM)

 

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10:32 Publié dans ACTUALITÉ | Commentaires (0)

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